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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

a beleza cria-se ou mantêm-se... e isto é valido para todas as pessoas...


Muitos dizem que não importa a aparência... eu não acredito nisso... acho que estão em negação ou a não querer olhar...
temos que ser honestos connosco próprios... claro que todos nós gostamos de nos sentir bonitos, bem aos nossos olhos e de acordo com aquilo que admiramos em termos de beleza...
também é certo que muitos não nascem com uma beleza natural muito trabalhada... mas isso é pura desculpa para não se cuidarem... eu acredito que todas as pessoas podem ser muito bonitas, atractivas, elegantes...
existem estudos realizados com crianças nos quais lhes é mostrado, fotos de pessoas com aparência bonita e outras menos bonita e a reacção das crianças é evidente... logo conclui-se que a beleza é atraente, faz-nos sentir agrado em relação aquela pessoa... mas essa percepção de beleza também acontece pela expressão do olhar, pelo sorriso...
há muitas pessoas que são bonitas e desleixam-se a um ponto em que ficam muito desfavorecidas nesse campo...
quando falo de beleza ser atractiva, refiro-me à admiração que os nossos olhos irradiam e nunca aquilo que muitos referem de atracção física ou sexual... até porque a atracção a que me refiro acontece por pessoas de idades muitos variadas e de qualquer sexo... é uma admiração visual.... eheheh

relativamente à roupa, ela diz como a pessoa, mesmo inconscientemente, é ou gostaria de ser vista. Mais do que simplesmente representar um estado de espírito, ela é um veículo para afirmar o Eu... vestir-se é uma forma de se mostrar em público... quando compra uma roupa, está a adquirir um símbolo, uma imagem e a transmitir uma mensagem... o vestuário é atitude, serve para identificar posições ideológicas...
o estilo de uma pessoa individualiza e “grupaliza”...

eu acredito e admiro a beleza natural... ou seja, não me refiro à beleza inata, mas sim aquela que não tem muitos componentes artificiais... gosto de ver o que irradiam pessoas que têm uma alimentação saudável, que fazem desporto regular, que gostam de se vestir com um objectivo, que se cuidam... que cuidam dos dentes, que têm boa higiene, que são despreocupadas na convivência com os outros, que cuidam da pele (mesmo em casa)... e isto não implica gastarem muito dinheiro, é uma atitude...
por outro lado não admiro as pessoas que se maquilham (com frequência ou em excesso), que usam perfumes, que se enchem de jóias e acessórios, que em vez de unhas cuidadas têm garras decoradas, que fazem demasiada pose nos contextos sociais, que não são capazes de fazer tarefas menos dignas (segundo elas), que ligam demasiado a marcas, etc...
claro que isto é simplesmente a minha opinião actual, da beleza... mas como essa opinião pode mudar e também eu não sou dona da verdade universal, não levem muito em consideração... ihih

voltando ao ponto da beleza que não é inata... acho extraordinário a individualidade na beleza... fascina-me... o modo como cada pessoa com as suas caracteristicas individuais consegue melhorar os aspectos menos favoráveis e fortalecer os melhores, resultando daí a sua própria beleza, que essa sim é muitooo atractiva...

todas as pessoas deveriam investir atenção e dedicação à sua própria beleza... mas não como uma aparência exterior criada para impressionar os outros... porque isso vai parar aquele ponto de artificialidade de que falei anteriormente, que aborrece... mas sim como estima, valorização e admiração de si próprio, um prazer em olhar-se e gostar do modo como se vê... e se não gosta de alguma carateristica, tomar consciência do porquê de não gostar... é uma opinião sua ou aprendeu a não admirar com os outros?... se de facto não gosta, investir para a corrigir...

também cansa as pessoas que continuam a querer que os outros façam tudo por elas... uma caracteristica de mandrião... em vez de fazerem desporto, porque é saudável e isso reflecte-se em muitos aspectos do seu corpo, da sua saúde, da sua energia, da sua beleza... escolhem tomar medicamentos ou fazer massagens para retirar gordurinhas, tonificar zonas ou emagrecer a barriguinha... isso soa-me a : eu não quero mudar nada dos meus hábitos, por isso alguém que faça por mim... o mesmo acontece com a hidratação da pele, um cuidado super simples, mas que representa um acto de amor próprio, de auto-estima, de valorização pessoal... e esqueçam os gastos excessivos, as marcas carissimas, existem opções naturais, caseiras, excelentes...

relativamente à beleza interior, já se fala bastante da sua importância, hoje o tema é mesmo a beleza visual...

esta vida que estão vivendo é única, logo sugiro que a aproveitem da melhor maneira em todos os aspectos, vivendo com o máximo de coisas boas que consigam...tornando a vossa vida um espaço onde a beleza está presente, seja em vocês, nas vossas casas, na vossa mente, etc... desfrutem, porque a beleza de um modo geral torna a vida mais bonita e agradável... "os olhos também comem" (lembram-se)...



domingo, 30 de janeiro de 2011

sobre o pseudo ego


andam por aí muitos pseudo evolucionistas atacando tudo o que consideram ego... talvez eu também já tenha pertencido ao grupo (cof cof)...

hoje tomei consciência de que o ataque ao pseudo ego muitas vezes é somente espirito de pobreza...
ora vejam, se eu sou boa a cozinhar e sou má a cantar... seria normal se eu falasse dessas duas minhas caracteristicas... mas na mente pobre dos outros, se eu disser que canto horrivelmente mal, que até a mim me dói ouvir-me (e olhem que os filhos são sempre bonitos para os pais), ninguém acha mal eu falar de algo em que não sou boa, são compreensivos, brincam com o assunto e de maneira nenhuma ficam incomodados... mas se eu disser com a mesma naturalidade que adoro cozinhar, que confecciono pratos e sobremesas maravilhosos, que tenho um sentido de paladar e de hierarquia dos sabores, extraordinário... o mais natural é que os pobres da nossa sociedade ( e parecem ser muitossss), me fuzilem, ora de inveja, ora de reprovação por me auto-elogiar ( na gíria popular "gabar")... se forem mais letrados pensarão que estou a pavonear o ego...

e estando eu a fazer processo evolutivo consciente... tenho a dizer que cheguei ao nivel em que esses actos que atrás mencionei significam simplesmente naturalidade, espontaneidade, ser verdadeiro e viver bem com o ter e o ser... nada mais simples do que isso...
portanto para quem confunde ego com esta aprendizagem (na qual não existe a necessidade de partilhar para receber algo dos outros)... lamento dizer que estão errados... observem que o ego tem sempre a pretençao do exibicionismo, tem muitas vezes a mania da superioridade, o desrespeito pelos outros, enaltece atitudes que podem não ter sido assim tão brilhantes, etc... completamente diferente da naturalidade e da aceitação total de si mesmo, incluindo o estado verdadeiro, claro, porque se vocês falam excelentemente bem o inglês e quando vos perguntam decidem comportar-se como palerminhas e dizer que "falo mais ou menos"... isso pode ser ego ("digo que falo pouco e depois vão ficar surpresos"), ou então ensinaram-vos que têm que ser "humildes" (humildade não é nada disso) para que todos gostem de vocês... mas verdade não é de certeza...

quando o sr mourinho (ihih) diz que é bom na profissão dele, senti sempre que ele dizia isso com naturalidade, sem ego (salvo uma ou outra vez), como algo natural, merecido e que ele não iria fazer papelinho de falsa modéstia só para agradar a quem não se sente bem com o seu ser, poder, ter, receber...

para quem critica os bons em qualquer área e mais ainda o facto de eles saberem e viverem abertamente com essa consciência e atitude de que são bons... lamento dizer mas são vocês que estão a viver em estado de pobreza...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

mudança de consciência


... hoje estou zangada com os "bons"...
durante muito tempo critiquei os "maus"... mas neste momento isso é-me quase indiferente...
hoje, estou zangada com os "bons" que permitem os comportamentos dos "maus"...
estou zangada com as pessoas que continuam a permitir comportamentos errados dos outros, com medo de saírem do seu ponto de relativo conforto... de entrarem no confronto... de contrariarem aqueles que colocaram no pedestal... rrrrrr
... estou zangadissima com os "bons"... ihihih
e penso que não vou mais criticar os "maus", mas sim dar na cabeça dos bons...

por "bons" entende-se aqueles que têm atitudes correctas
por "maus" entende-se aqueles que se comportam de forma errada

(embora saibamos que o certo e o errado pode ser algo muito subjectivo, mas olhando num plano simplificado e geral, percebemos muito bem do que se trata)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Niveis de consciência




os níveis de consciência determinam as vivências que uma pessoa tem...
quando vivemos sob determinado sistema de crenças, entre outras coisas... criamos um campo vibracional, o qual é propenso à existência de determinadas vivências (problemas ou outras coisas) ...
assim, não adianta querermos resolver uma situação se nos mantemos no mesmo nível vibracional... porque o campo energético é propenso ao aparecimento do mesmo tipo de experiência ou outras semelhantes...

em resumo, se querem resolver problemas ou mudar algo... trabalhem sobre o vosso nível de consciência... vibrações baixas não têm lugar em vibrações altas...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Interferências...



... cada vez tenho mais duvidas sobre as interferências...

não sei o que é certo ou errado... não sei ate que ponto devo ou não interferir nas experiências de vida daqueles que me rodeiam... não sei ate que ponto a minha interferência, muda os caminhos... ou prejudica alguém...

muitas vezes fazemos as coisas com muito boa intenção... achando que estamos vendo mais alem... e que facilmente podemos ajudar aquela pessoa a viver melhor... mas é certo interferir nas vivências de cada um?

imaginem uma pessoa doente... todos dirão que é certo ajuda-la... e se não for?... e se aquela doença ou mal-estar fizer a diferença numa mudança de atitude interior da pessoa?... e se o facto daquela pessoa estar doente, reaproxime outros dela, permitindo a criação de laços?...

imaginem outro caso... uma pessoa doente, com gripe A... imaginem que eu decido ajuda-la, dando-lhe orientação sobre o que tomar para ficar bem... a pessoa segue as minhas instruções e no dia seguinte esta muito melhor... e logo no dia a seguir decide que vai trabalhar... completamente negligente, colocando imensas pessoas em risco de ficar contagiadas... fico com peso na consciência, porque acho que fiz mal em interferir nas vivências dela... sinto que de alguma forma sou também responsável pela atitude dela ...

não sei ate que ponto é certo interferir... e sinto que a nossa interferência, nem que seja dando um conselho ou ajudando a pessoa a ver as situações numa outra perspectiva, nos torna também responsáveis sobre o que essa pessoa vai fazer com aquilo que lhe demos...

e tantas situações mais que me vão ocorrendo...

e se temos o conhecimento e não ajudamos quem precisa?... mas será que de facto precisa?...

para que serve... ou para quem serve o conhecimento ou aquilo que temos?

e se não interferimos... ate onde é o limite dessa não interferência?... permitiremos ficar lesados, para não interferir?... e será que as acções dos outros, quando erradas, não estarão de alguma forma a lesar-nos... mais que não seja, pelas consequências que ficam á nossa responsabilidade...

ainda não encontrei a consciência neste tema...

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sobre o tema "educação dos filhos"...



Não me apetece falar mais sobre educação das crianças... isto porque os "queridos " pais, ficam completamente ofendidos, se ficar sub-entendido que para a era actual já está errado o seu modelo de educação com os filhos... ou que o modelo que usam não vai dar bons frutos...
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Estou cansada de pais que "vestem a camisola" dos filhos, constantemente, achando que isso significa amor...
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Pais que se esquecem do companheiro, não conseguindo perceber que os filhos têm o seu lugar... ao invés de ocuparem todos os lugares possíveis ( inclusive o que era do marido/mulher)...
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Estou cansada de paizinhos ... que ficam felizes (babados) se alguém diz que eles são pais galinhas... como se isso fizesse deles boas pessoas...
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Estou cansada de pais que não querem ver as novas realidades educacionais desta Nova Era...
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Estou cansada de pais que põem em cheque os relacionamentos que tinham ou têm ( com amigos ou familiares), só porque alguém desaprovou os comportamentos dos filhos...
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Estou cansada destes pais da era antiga... 3D...
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Durante muito tempo acreditei que a humanidade evoluiria se conseguíssemos mudar os valores e modelos com que estas novas crianças eram educadas... mas estou cansada, porque o esforço para a mudança (seja ela de que origem for), deve ser feito por todos os envolvidos... e eu tenho andado a desperdiçar demasiada energia... nesta Nova Era não há lugar para dar mau uso a nada...
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É hora de mudar e direccionar a minha energia para onde ela é bem aproveitada... com paz, entendimento, harmonia...
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Esta pergunta foi destacada num congresso sobre vida sustentável.

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"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta? "


terça-feira, 28 de julho de 2009

As fomes da humanidade!




Às vezes há tantas coisas por dizer, que não sabemos o que deve ser dito ou feito em primeiro lugar.

Outras, há um esvaziamento, onde parece que tudo que tem importância já foi dito ou feito – o que parece não ter resolvido nada ou quase nada.

Todo mundo, passa por essas fases na vida; embora poucos as reconheçam como ciclos naturais de ser e de estar, que nos impulsionam a buscar uma maior plenitude de vida.

Foi num momento desses, de desimportância e mesmice, que cruzei com as ideias de um filósofo moderno chamado David Spangler.

Ele fala das diferentes necessidades humanas como uma variedade de fomes, algumas das quais são fomes de significado superiores, de totalidade e de identidade entre homem e natureza.
Desconfio que algumas músicas populares são inspiradas nessa mesma percepção.

Diz ele: _ “O primeiro nível de fome é biológico.

A necessidade chave aqui é sobreviver enquanto entidade física.

A fome pode ser de sustento, de comida, de abrigo, de protecção contra doenças – de qualquer coisa que nos permita funcionar bem enquanto organismos biológicos, físicos”.

Hoje em dia a grande maioria das pessoas está confinada nesse nível e tudo que pensam, falam ou fazem destina-se a essa subsistência – quer por real necessidade, quer por comodidade , preguiça, ou ignorância.

Em geral, vem tudo junto, no mesmo pacote, formando um circulo vicioso que nos mantém atrelados a esse único nível de subsistência.

O segundo nível de fome é emocional.

A necessidade-chave aqui é de criatividade, identidade significativa.

A fome neste nível é de apoio emocional, de amor, de relacionamento, de afirmação, de sentido de poder e de estima; é fome de tudo que afirma e identifica as pessoas como seres humanos sensíveis e emotivos.

Todos sentem essa fome e buscam esse alimento, mas poucos reconhecem a qualidade do que ingerem, o que ocasiona depois a dificuldade da digestão e cuja nutrição é duvidosa.

As pessoas se alimentam de crenças com prazo de validade vencido, ou deixam-se dominar pelos desejos e sentimentos egoícos, que correspondem ao primeiro estágio do desenvolvimento humano.

Esquecem de crescer e amadurecer.

O terceiro nível de fome é mental.

Consciência é como se resume esta necessidade básica.

É a fome de conhecimento, de compreensão, de intuição, de sabedoria, de habilidades de pensar, de capacidade de discriminação, de tudo que nos ajuda a nos posicionarmos de modo adequado e correto. Aqui então, o cardápio é bem mais raro e caro!

Precisa um certo empenho e esforço da personalidade e do ser para buscar essas iguarias, que não se vendem em fast food.


Quase sempre, pessoas bem nutridas nesse nível são vistas como diferentes, esquisitas, excêntricas – justamente porque não engolem qualquer coisa.

O quarto nível é espiritual e a necessidade é de plenitude.

Aqui a fome é de transcendência, de integração, de síntese, de comunidade, de comunicação, de comunhão, de divindade, de religar-se com o Sagrado.

A fome, neste caso, começa a ultrapassar as necessidades pessoais, tornando-se fome de bem-estar para os outros, para a sociedade, para o mundo.

Cada nível afecta os outros, tanto que qualquer solução para terminar com a “fome sobre a Terra é preciso abranger os quatro níveis.

Basicamente, nenhuma fome pode ser satisfeita às custas das outras.”, esclarece o filósofo. Parece complexo, né?

E é!

Principalmente porque trata-se de necessidades humanas básicas que temos, e que nem atinamos com elas.

E´ por isso que tanta gente anda se nutrindo de álcool, fumo, drogas, remédios, relacionamentos doentios, empregos insatisfatórios, violência doméstica, e desencanto com a vida.

Tentam saciar a fome visceral de existir, que só se preenche quando cuidamos do nosso ser nas suas diferentes dimensões apontadas pelo filósofo: biológico, emocional, mental e espiritual.

E isso pressupõe o milenar mandamento que nos ensina a amar ao próximo como a nós mesmos.
Na próxima refeição, preste atenção: você tem fome de que?

Teresa Cristina F. Bongiovanni (algures da net)

sábado, 18 de abril de 2009

A terceira via. de Dalai Lama


Há tanta gente que não tem religião mas tem compaixão, afectividade, consciência dos direitos dos outros. Por isso defendo uma terceira via de espiritualidade, através da educação; não pela meditação, nem pela oração, mas através da consciência.


(Dalai Lama)

segunda-feira, 2 de março de 2009

Sucesso é...




"Só existe um sucesso - ser capaz de viver a vida de acordo com a própria consciência."

Christopher Morley

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A agua!






A agua !
Não conhecemos a agua... o seu efeito... a sua função ... as suas estruturas... tal como não conhecemos a maioria das nossas estruturas!!!
Temos uma noção do que elas podem ser, mas não as conhecemos de facto.
A agua é muito volátil , altera a estrutura com muita facilidade.
A agua é um excelente condutor de correntes eléctricas e por esse motivo capta com muita facilidade as frequências vibracionais à sua volta ( façam uma pesquisa sobre a investigação do dr. Masaru Emoto ) .
A nossa estrutura física é constuida por +- 70% de agua... tal como a estrutura física do planeta.
A nossa agua reage muito às nossas emoções ... tal como talvez a agua do planeta reaja às emoções das pessoas que o habitam...
Quando nos tratamos bem ou quando os outros nos tratam bem, temos uma sensação física de bem-estar... isto talvez porque as nossas moléculas de agua estejam a ajustar-se a essa vibração .
Temos o dever de nos tratarmos o melhor possível e fazer o mesmo com os outros... e até com o planeta...
As regras de tomar agua todos os dias, já todos sabemos muito bem... porque ajuda na desintoxicação do organismo... o que é imprescindível ... também permite receber novas moléculas de agua para substituir aquelas que já estão saturadas e precisam ser eliminadas... permitindo assim uma nova vitalidade física ...
Muito se pode dizer sobre a agua... e muito já foi dito...
Eu recomendo que em vez de termos a atenção centrada na agua exterior a nós... comecemos por viver com uma agua de mais qualidade dentro de nós...