domingo, 28 de fevereiro de 2010

Um optimo suplemento para a saude

Faça um suplemento caseiro:


Ingredientes

- 250 g de fibra de trigo
- 125 g de leite de soja em pó
- 125 g de linhaça marrom
- 100 g de açúcar mascavo
- 100 g de aveia em flocos
- 100 g de gergelim com casca
- 75 g de gérmen de trigo
- 50 g de gelatina sem sabor comprada em casa de produtos naturais
- 25 g de guaraná em pó
- 25 g de levedo de cerveja
- 25 g de cacau em pó.

Modo de fazer
Misture bem todos os ingredientes da receita, deposite
em um pote, feche direitinho e guarde na geladeira.
A receita rende 1 kg.


Prepare (sugestões abaixo) e beba

Sugestão :

Ingredientes

- 250 ml de leite desnatado ou água ou suco de soja comprado pronto do sabor de sua preferência
- 2 colheres (sopa) do composto caseiro
- 1 fruta (banana média, uma fatia de mamão, seis morangos grandes ou 1/2 maçã com casca).

Se preferir, utilize uma xícara (chá) de sua fruta preferida.


Modo de fazer
Bata os ingredientes no liquidificador, adoce com mel ou melado de cana a gosto e beba.


Sugestão:
Ingredientes
- 250 ml de leite desnatado
- 1 colher (chá) de cacau em pó
- 2 colheres (sopa) do composto
- 1 colher (sobremesa) de mel ou açúcar mascavo.

Modo de fazer
Coloque o cacau e o composto no leite fervido.

Adoce com mel ou açúcar mascavo e mexa.

Fonte da pesquisa: mdemulher.com.br


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

inferno...


hoje observo com clareza que a minha vida é um inferno...

... a paz não existe... em momento nenhum... em situação nenhuma...

... posso ficar um pouco desligada desse inferno, mas isso é temporário, porque assim que volto a mim... assim que fico mais lúcida e consciente, apercebo-me de novo do inferno existente...

reflectindo bem, não sei se alguma vez vivi com paz...

a paz é algo tão vasto... e que ou existe ou não existe...

mais ainda... não coexiste em simultâneo com estados opostos...

este texto não é uma lamentação... é uma constatação... é clareza de consciência...

... escolhi não fugir a esta vibração... não procurar distracções... nem distanciamentos... não me vou embriagar em ilusões... vou olha-lo de frente ( a este inferno), simplesmente olha-lo...

este lugar é daquilo que é verdadeiro...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Dia de anos


DIA de ANOS


Com que então caiu na asneira
De fazer na quinta-feira
Vinte e seis anos! Que tolo!
Ainda se os desfizesse...
Mas fazê-los não parece
De quem tem muito miolo!
Não sei quem foi que me disse
Que fez a mesma tolice
Aqui o ano passado...
Agora o que vem, aposto,
Como lhe tomou o gosto,
Que faz o mesmo? Coitado!
Não faça tal: porque os anos
Que nos trazem? Desenganos
Que fazem a gente velho:
Faça outra coisa: que em suma
Não fazer coisa nenhuma,
Também lhe não aconselho.
Mas anos, não caia nessa!
Olhe que a gente começa
Às vezes por brincadeira,
Mas depois se se habitua,
Já não tem vontade sua,
E fá-los queira ou não queira!


JOÃO DE DEUS

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Declaração universal dos direitos da água


Declaração Universal dos Direitos da Água



A ONU redigiu um documento em 22 de Março de 1992 – intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água"

O texto merece profunda reflexão e divulgação por todos os amigos e defensores do Planeta Terra.

1 - A água faz parte do património do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.

2 - A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.

3 - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimónia.

4 - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e com um funcionamento normal para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

5 - A água não é somente herança dos nossos antepassados; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. A sua protecção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

6 - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor económico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

7 - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, a sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas actualmente disponíveis.

8 - A utilização da água implica que haja respeito pela lei. A sua protecção constitui uma obrigação jurídica para todo o homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

9 - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua protecção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.

10 - O planeamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.



Fonte: ONU (Organização das Nações Unidas)

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A partir do coração ...


A verdadeira criatividade não está baseada na determinação e numa vontade forte, mas num coração aberto. Estar aberto e receptivo ao novo, ao desconhecido é vital para ser um verdadeiro criador. Então, uma chave para a verdadeira criatividade é a capacidade de não fazer nada: abster-se de fazer, fixar, focalizar. É a habilidade de colocar a sua consciência em um modo puramente receptivo, mas alerta.
É somente através de não saber, de deixar as coisas abertas, que você pode criar um espaço para que algo novo entre em sua realidade.Isto vai contra aquilo que muita literatura da nova era fala sobre “criar a sua própria realidade”. É verdade que você cria a sua realidade o tempo todo. Sua consciência é criativa, quer você esteja consciente disso ou não. Mas quando você quer criar sua realidade conscientemente, como muitos livros e terapias ensinam, é essencial compreender que a forma mais poderosa de criar não está baseada na vontade (sendo activo), mas na autoconsciência (sendo receptivo).
Toda mudança no mundo material – por exemplo, na área de trabalho, das relações ou do seu ambiente material – é um reflexo de mudanças no nível interno. É somente quando os processos de transformação interna terminam, que a realidade material pode responder, reflectindo essa transformação de volta para você, mudando as circunstâncias em sua vida.
Quando você tenta criar a partir da vontade – por exemplo, focalizando-se ou visualizando suas metas o tempo todo – você ignora a transformação interna, que é o verdadeiro pré-requisito para a mudança. Você está criando de uma maneira artificial, e está destinado a decepcionar-se. Você não está criando a partir da profundidade da sua alma.
A alma fala com você nos momentos de silêncio. Você escuta verdadeiramente a voz dela, quando você não mais sabe. Muitas vezes, a alma fala muito claramente quando você desiste e se dá por vencido. O que acontece, quando você desiste e se desespera, é que você se abre para o novo. Você libera todas as suas expectativas e torna-se verdadeiramente receptivo ao que é.
O desespero é causado pela opinião forte que você tinha sobre o que deveria acontecer na sua vida. Quando a realidade não corresponde a estas crenças, você se decepciona e até se desespera de alguma forma. No entanto, se você desiste dessas fortes expectativas e se atreve a estar aberto para o novo, você não precisa atingir esse ponto de desespero, antes de entrar em contacto com a sua alma outra vez. Você pode ficar quieto, receptivo e aberto ao que ela lhe diz, sem precisar decepcionar-se primeiro.
Enquanto você “sabe exactamente o que quer”, você geralmente está limitando as possibilidades que estão disponíveis energeticamente para você. Esta nova realidade que você está procurando, seja um trabalho, um relacionamento ou melhor saúde, contém muitos elementos que você desconhece. Muitas vezes, você pensa que o que você deseja é algo que você conhece (um bom trabalho, um parceiro amoroso), projectado no futuro. Mas isto não é assim. O que você está fazendo realmente, ao criar uma nova realidade, é ir para fora dos seus próprios limites psicológicos. E você não pode saber agora o que existe além destes limites.
Você pode perceber muito claramente que existe algo muito desejado ali, mas você não precisa limitá-lo, focalizando-o ou visualizando-o. Você pode simplesmente aguardá-lo com um sentimento de abertura e curiosidade.
Realmente, para criar a realidade mais desejável para você, a auto-aceitação é muito mais importante do que focalizar os seus pensamentos ou a sua vontade. Você não pode criar algo que você não é. Você pode recitar mantras milhares de vezes e criar muitas imagens positivas em sua mente, mas enquanto elas não reflectirem o que você realmente sente (por exemplo: raiva, depressão, intranquilidade), elas não criarão nada além de dúvida e confusão (“Estou trabalhando duro, mas nada acontece”).
A auto-aceitação é uma forma de amor. O amor é o maior imã para as mudanças positivas em sua vida. Se você se amar e se aceitar pelo que você é, atrairá circunstâncias e pessoas que reflectirão o seu amor próprio. É simples assim.
Sinta sua própria energia, todos os seus sentimentos. Sinta o quanto você é belo e sincero neste momento, em todas as suas lutas e tristezas. Você É lindo, com todas as suas “imperfeições” e “falhas”. E essa é a única conscientização que conta. Abrace aquele que você é, relaxe consigo mesmo; talvez até olhe para os “seus inúmeros defeitos” com senso de humor. A perfeição não é uma opção que você conhece. É apenas uma ilusão. Criar sua realidade a partir do coração é reconhecer a sua Luz, aqui e agora. Ao reconhecê-la, ao se tornar consciente dela, você está semeando uma semente que crescerá e tomará forma no nível físico.
Quando Deus os criou como almas individuais, Ela ,(1) não exerceu sua Vontade. Ela estava simplesmente sendo Ela mesma e, em algum momento, sentiu que existia algo “lá fora” que merecia ser explorado. Ela não sabia exactamente o que era, mas era algo que a fez realmente sentir-se um pouco como se estivesse se apaixonando. E Ela assumiu, sem dificuldade, que Ela merecia experienciar esta nova e convidativa realidade. Ela também estava um pouco apaixonada por Si Mesma.
E então, vocês tomaram forma como almas individuais e Deus começou a experimentar a vida através de vocês. Como tudo isto aconteceu – os detalhes do processo da criação – Deus realmente não se preocupou com isso. Ela simplesmente amou a Si Mesma e ficou aberta à mudança. E estes são, realmente, os únicos elementos requeridos para que vocês criem sua própria e perfeita realidade: amor próprio e disposição para se aventurarem no novo.
ADAPTANDO-SE A VIVER A PARTIR DO CORAÇÃOCriar a partir do coração é mais poderoso e requer menos esforço do que criar a partir do ego. Você não precisa preocupar-se com detalhes; necessita apenas estar aberto a tudo o que existe, tanto interna como externamente. Com esta abertura, você pode, de vez em quando, sentir um certo puxão. Pode sentir-se atraído para determinadas coisas. Este puxão é, na verdade, o silencioso sussurro de seu coração; é a sua intuição. Quando você age a partir da intuição, você está sendo puxado, em vez de estar impulsionando. Você não age enquanto não sente, no nível interno, que é adequado agir.
Como você está muito acostumado a impulsionar – por exemplo, utilizando a sua vontade para criar as coisas – a mudança energética do ego ao coração é bem desafiadora para você. A mudança requer uma tremenda “desaceleração”. Para realmente entrar em contacto com o fluxo da sua intuição, você tem que fazer um esforço consciente para “não fazer”, para deixar que tudo seja. Isto se opõe a muito daquilo que lhe ensinaram e a que você está acostumado. Você está muito mais habituado a basear as suas acções nos pensamentos e na força de vontade. Você deixa que os seus pensamentos determinem as suas metas e usa a sua vontade para realizá-las. Isto é totalmente o oposto da criação a partir do coração.
Quando você vive a partir do coração, você escuta o seu coração e depois age de acordo com ele. Você não pensa; você escuta, com uma consciência alerta e aberta, o que o seu coração lhe diz. O coração fala através dos seus sentimentos, não através da sua mente. A voz de seu coração pode ser ouvida melhor, quando você se sente tranquilo, relaxado e assentado.
O coração mostra-lhe o caminho para a realidade mais amorosa e alegre para você neste momento. Seus sussurros e sugestões não estão baseados no pensamento racional. Você pode reconhecer a voz do coração por sua delicadeza e pelo toque de alegria existente nela. A delicadeza existe porque o coração não impõe; não existem condições vinculadas às suas sugestões. Seu “eu- coração” não está amarrado às suas decisões e ele o ama, faça você o que fizer.
Viver a partir do coração não significa que você se torna passivo ou letárgico. Deixar que as coisas sejam, sem rotulá-las de certas ou erradas, sem empurrá-las para um lado ao invés de para o outro, requer muita força. É a força de estar totalmente presente, de enfrentar tudo o que existe e apenas observar. Você pode sentir-se vazio, ou deprimido, ou nervoso, mas não procura afastar estas coisas. Tudo o que você faz é envolvê-las com a sua consciência.
Você não compreende o verdadeiro poder da sua consciência. A sua consciência é feita de Luz. Quando você sustenta algo na sua consciência, há uma mudança por causa disso. Sua consciência é uma força curadora, se você não a limita com seu pensamento e seu vício de “fazer”.
Sua vida está ocupada pela ditadura da mente e da vontade, a primazia do pensar e do fazer. Observe que tanto a mente quanto a vontade trabalham com regras gerais. Existem regras gerais de pensamento lógico: são as regras da lógica. Existem estratégias gerais para transformar o pensamento em matéria; são as regras de “administração do projecto”. Mas são todos princípios gerais. As linhas gerais e as regras gerais sempre têm um componente mecânico. Elas são aplicáveis a todos ou à maioria dos casos individuais, senão seriam de pouca utilidade.
Agora, a intuição trabalha de maneira muito diferente. A intuição ajusta-se sempre a uma pessoa, em um momento particular. É altamente individualista. Portanto, não pode estar sujeita a uma análise racional ou a regras gerais. Portanto, viver e agir de acordo com a sua intuição exige um elevado nível de confiança, porque suas escolhas são baseadas somente no que você sente que é correcto, e não naquilo que as regras de outras pessoas dizem que é correcto.
Assim, viver a partir do coração não só exige que você libere o hábito de usar excessivamente sua mente e o poder de sua vontade, mas também o desafia a verdadeiramente confiar em si mesmo.
Levará algum tempo para você aprender a escutar o seu coração, a confiar nas suas mensagens e agir de acordo com elas. Mas quanto mais você fizer isso, mais vai entender que é somente entregando suas preocupações e dúvidas à sabedoria de seu próprio coração, que você vai encontrar a paz interior.
Quando você seguir por este caminho e entrar no terceiro estágio da transformação do ego para coração, você encontrará a paz interior pela primeira vez. Você perceberá que a ânsia de controlar a realidade através do pensamento e da vontade é que o deixa inquieto e ansioso.
Quando você libera o controle, você permite que a magia da vida se desenvolva. Tudo o que você precisa fazer é escutar – estar alerta ao que está acontecendo em sua vida, aos sentimentos que você tem em relação a outras pessoas, aos sonhos e desejos que você tem. Quando você está alerta ao que está acontecendo dentro de você, a realidade lhe provê de toda a informação que você precisa para agir adequadamente.
Por exemplo, você pode estar consciente de um desejo em seu coração por uma relação amorosa, na qual você se comunica verdadeiramente com o outro. Se você simplesmente perceber e aceitar este desejo, sem procurar fazer algo a respeito dele, você ficará assombrado com a forma pela qual o Universo responderá a isso. Sem forçar nenhuma conclusão, apenas sustentando o desejo na Luz da sua consciência, o seu chamado será escutado e respondido.
Pode levar mais tempo do que você espera, porque existem mudanças energéticas que precisam ocorrer antes que certos desejos possam ser satisfeitos. Mas você é o mestre, o criador da sua realidade energética. Se você criá-la a partir do medo, a realidade responderá de acordo com ele. Se você criá-la com confiança e entrega, você receberá tudo o que deseja e mais.

Pamela Kribbe

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

pobres dos "feios"...


hoje observo a feiura... falsidade dos sentimentos... melhor dizendo a falsidade entre o que sentem e o que demonstram nas suas atitudes...

observo pessoas que dizem que gostam muito de outras e que as admiram, tendo a seguir atitudes de descriminação em relação a elas...

observo os sorrisos falsos, onde não há transparência no sentir...

observo o que escondem dos outros...

observo a falsa tolerância...

a falsa paciência com os filhos...

observo as artimanhas para iludir os outros...

a mentira...

observo a inveja e a competição mesmo com aqueles que os ajudam...

observo a cegueira e a rudeza com que muitos vivem, onde não há capacidade de distinguir um calhau de um diamante...

observo a falsa simpatia com amigos ou familiares...

e penso que se estas pessoas não fossem falsas, se não usassem tanta mascara para dissimular a sua feiura, quem seriam elas, como seriam... quão "feias" seriam...


o que os nossos olhos vêem, o que os nossos ouvidos ouvem, é verdadeiro ou são falsidades?


felizmente também conheço gente muito boa, muito verdadeira, pura, genuína no sentir... e esses são um balsamo nesta realidade de falsidades...

C

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Quer continuar sedentario?


Você é sedentário?


Na verdade trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna. Com a evolução da tecnologia e a tendência cada vez maior de substituição das atividades ocupacionais que demandam gasto energético por facilidades automatizadas, o ser humano adota cada vez mais a lei do menor esforço reduzindo assim o consumo energético de seu corpo.
Hoje, o sedentarismo é a doença (...)
O sedentarismo está intimamente associado às principais doenças crônicas e degenerativas (diabetes, doenças cardíacas, pressão alta, osteoporose, doenças reumatológicas, entre outras).
O sedentarismo é definido como a falta ou a grande diminuição da atividade física.
Nos países em desenvolvimento, verifica-se uma tendência crescente à inatividade física, e nota-se também que, com o passar do tempo o indivíduo começa a apresentar sinais de uma vida ociosa de movimento. Dores no corpo e nas articulações passam a ser rotineiras, subir um lance de escadas fica quase impossível e qualquer esforço mínimo deixa a pessoa exausta.
A vida sedentária provoca literalmente o desuso dos sistemas funcionais. O aparelho locomotor e os demais órgãos e sistemas solicitados durante as diferentes formas de atividade física entram em um processo de regressão funcional, (...) perda da flexibilidade articular, além do comprometimento funcional de vários órgãos.
(...) o corpo necessita de movimento o dia todo; sem atividade, ocorre atrofia das partes internas e externas .
(...)
Não esqueça que corpo parado é corpo doente, mexa-se.

A atividade física regular e realizada com prazer é um recurso insubstituível na promoção de saúde e qualidade de vida.

por LUCIANA MAGALHÃES

domingo, 31 de janeiro de 2010

Lutas de egos...





"The key to an easy relationship with other people is not to impose your ego, nor to crush the ego of others."
Swami Prajnanpad

O tempo

A passagem do Tempo

O tempo passa e ficamos com a sensação de que nunca o aproveitamos como deveríamos. Existe uma maneira de conciliar a vida com o tempo, que a consome?

Os gregos, que encontravam explicação para tudo pelas forças emanadas pelo monte Olimpo, não se contentavam em ter um deus do tempo, tinham logo dois: Cronos e Kairós. Um só deus grego não seria suficiente para explicar a relação do homem com o tempo, tamanha a tensão que existe entre ambos.

A única proeza em que o homem teve sucesso, a respeito do tempo, foi conseguir medi-lo. Para isso, analisou ciclos, como os movimentos da Lua e do Sol, observou seu efeito sobre a natureza e, então, padronizou os tempos do ano, das estações e dos dias, posteriormente divididos em fracções, chamadas horas, minutos, segundos. Em sua arrogância, o humano acreditou que, ao medir o tempo, o controlaria. Doce ilusão. As medidas só serviram para aumentar a sensação da passagem veloz do tempo, que escorre pelas mãos, como a água.

Mas nem tudo está perdido. Nós, humanos, podemos ser apenas pobres mortais, mas temos uma ferramenta que nos permite controlar, se não o tempo, nossa própria existência. Essa ferramenta se chama consciência. E ela nos permite conviver com o tempo com base em três visões: da física, da metafísica e da ética. Do ponto de vista físico, o tempo pode ser medido. No âmbito da metafísica, o tempo pode ser sentido. E, de acordo com a ética, o tempo deve ser vivido.

A física é a relação mais óbvia, e é com um instrumento físico que nós passamos a medir o tempo: o relógio. Contudo, ele apenas nos avisa que o tempo passa – o que faremos com essa informação é problema nosso. Do ponto de vista do que está além da física, o tempo é um sentimento, portanto ele tem duração variável, contrariando os relógios. Veja só: dois minutos de broca do dentista são mais longos do que 16 minutos escutando o Bolero de Ravel ao lado da pessoa amada.


E, quanto à ética, ela nos alerta para um fato óbvio só para os mais conscientes: o tempo é um recurso escasso que não pode ser reposto, e sua qualidade dependerá do que fizermos com ele. Como disse Marcel Proust: “O amor é o espaço e o tempo tornados sensíveis ao coração”. E ele entendia do assunto, pois dedicou mais de uma década para escrever cerca de 4 mil páginas, que foram publicadas em sete volumes dedicados à relação humana com seus valores, entre eles o tempo. A essa obra completa, o escritor francês chamou Em Busca do Tempo Perdido. No último volume, O Tempo Reencontrado, o autor faz várias voltas ao passado e descobre que só a memória poderá se defrontar com o tempo e nossa paz interior será proporcional ao que a memória encontrar na volta ao passado, ou seja, a qualidade que demos ao tempo que nos foi dado viver.

Podemos sentir o tempo e medi-lo. Então ele está à nossa disposição? O tempo está à nossa disposição, mas é ele que dispõe de nós, por isso, estabelecer com ele uma relação de paz é um ato de sabedoria. Sentir e medir o tempo são aparentados, pois ambos nos permitem perceber seu andar ininterrupto. Como? Bem, sentir e medir o passar das horas são iniciativas úteis, pois nos ajudam a decidir o que faremos com o tempo de que dispomos. Assim, nossa paz com o tempo será directamente proporcional à paz que estabelecemos com nossas escolhas e nossas decisões. E essas são pessoais, relativas aos valores de cada um.

O cientista inglês Stephen Hawking, que ocupa na Universidade de Cambridge a mesma cadeira que já foi de Newton, escreveu um livro chamado Uma Breve História do Tempo. Em dado momento, em meio a intrincados conceitos científicos, ele pondera que o tempo tem que ser analisado com base em três setas: a seta cosmológica, que explica a expansão do Universo, a seta termodinâmica, que explica a modificação constante das coisas, e a seta psicológica.

Sim, o físico mais importante da actualidade não consegue analisar os fatos do tempo sem recorrer à psicologia. Os enigmas intrincados da matéria se relacionam com os mistérios do tempo desde sempre, mas, quando o homem passou a protagonizar essa peça no palco do Universo, seus pensamentos e sentimentos acrescentaram novos ingredientes ao roteiro, às vezes de comédia, às vezes de tragédia.

A maior contribuição da física, nesse assunto, é a ideia da relatividade. As sofisticadas descobertas de Einstein sobre a velocidade da luz nos levaram a abandonar a ideia de tempo único e absoluto. Então: “O tempo se tornou um conceito mais pessoal, relativo ao observador que o está medindo”, diz Hawking. Nossa relação com o tempo se faz baseada em nossos valores, opções, decisões e culpas. É o tempo psicológico. Eu dedico mais tempo àquilo que tem mais valor para mim. O problema é conhecer seus valores.Voltando aos gregos, Cronos é o deus do tempo medido, por isso usamos expressões como cronograma, cronologia, cronometro. Nos livros de mitologia, ele é representado como um deus malvado, que come seus próprios filhos, simbolizando o que o tempo faz connosco actualmente – parece que ele nos devora. Já Kairós é o deus do tempo vivido, das escolhas que fazemos, da maneira como nós aproveitamos a vida. Cronos é quantitativo, e Kairós é qualitativo.

A primeira sensação é a de que Cronos é inimigo e Kairós amigo. O primeiro quer subjugar, e o segundo libertar. Mera sensação, pois, na prática, nós precisamos de ambos, uma vez que não podemos escolher a felicidade sem nos organizarmos para alcançá-la. Kairós nos estende a mão, Cronos nos empurra. Mas é necessário que saibamos o que queremos e que consigamos nos organizar.

A sabedoria consiste em estabelecer uma conexão entre os valores pessoais e a gestão do tempo disponível? A mitologia ilustra bem essa angústia humana. Zeus, o mais poderoso deus do Olimpo grego, era filho de Cronos, mas nenhum dos dois conhecia esse parentesco, mantido em segredo por Réa, mãe dos filhos de Cronos. Mas Zeus só assume a posição de poder quando enfrenta Cronos e o vence em uma batalha. Ele havia sido sabiamente aconselhado a não matar seu oponente, pois assim ele estaria matando o próprio tempo e ficaria, então, aprisionado no instante, sem futuro nem memória.

A estratégia de Zeus foi vencer Cronos, cortando seus tendões e amarrando sua cabeça aos pés, criando um círculo com seu corpo. A partir de então, o deus do tempo passou a ser também o deus das acções repetitivas, como o dia e a noite e as estações do ano, eventos cíclicos.

Na prática, Zeus conquistou Cronos e o dominou, administrou. Nossa vida moderna não difere disso. Todos temos 24 horas por dia à nossa disposição, mas estou certo de que você conhece pessoas que aproveitam bem essas horas, produzem, trabalham, estudam, se cuidam, se divertem, cultivam as relações. E também conhece outros, que se queixam da falta de tempo, da velocidade dos acontecimentos, da sensação de impermanência e da falta de controle. Na prática, o que acontece mesmo é exactamente a falta de controle, de acção da lógica na organização de suas prioridades. A agenda não escraviza – ao contrário, liberta, confere autonomia, possibilidades, alcances.

Mas gestão é a segunda palavra -chave. A primeira é escolha. Fazemos nossas escolhas com base em nossos valores e criamos uma estratégia para atingir nossos propósitos. Estratégias dependem de recursos, entre eles, o mais caro e raro: o tempo.

O ideal seria estabelecer uma relação lógica entre presente, passado e futuro? Muito se fala que a única coisa real é o presente, pois o passado não existe mais e o futuro ainda está por vir. Há uma lógica nessa observação, mas é uma lógica primitiva, pois esses tempos são totalmente interligados e interdependentes.

É verdade que o presente é a única realidade prática, mas também é verdade que é nesse instante que se inserem o passado e o futuro. Na dimensão temporal actual, o passado recebe o nome de memória e o futuro tem vários pseudónimos, como sonho, desejo, medo e esperança.

O futuro não é algo que vai existir. O futuro existe agora. Aliás, o futuro só existe no presente, pois, quando no futuro, o futuro virar presente, ele deixará de ser futuro. Parece óbvio, mas escapa da percepção cotidiana da maioria das pessoas. E escapa também o fato de que o futuro virará presente e, quando isso acontecer, ele será melhor ou pior, a depender das providências tomadas no presente, neste exacto momento.

Em outras palavras, só vivemos no presente, mas estamos fortemente conectados ao passado, que nos ensina, e ao futuro, que nos motiva. Viver é estar atado a essa tríade temporal, doce ou amarga, dependendo da consciência de cada um. Fazer as pazes com o tempo é a verdadeira sabedoria. Só que “a sabedoria não se transmite, é preciso que nós a descubramos fazendo uma caminhada que ninguém pode fazer em nosso lugar e que ninguém nos pode evitar, porque a sabedoria é uma maneira de ver as coisas”, também disse Proust.

Sim, a sabedoria é uma maneira de ver as coisas, mas isso exige intenção, disposição e coragem. O problema é que desenvolvemos essas três qualidades em épocas diferentes de nossa vida, por isso a maturidade às vezes tarda, depende do tempo.

O mesmo tempo que exige maturidade para ser bem escolhido e controlado, em outras palavras, para ser muito bem vivido.

Revista Vida Simples, jan/2010

sábado, 30 de janeiro de 2010

Um docinho de chocolate para celebrar o dia...

• 125 g de chocolate meio amargo

• 125 g de manteiga

• 2 ovos

• 150 g de açúcar

• 3 colheres (sopa) de farinha de trigo

Pré-aqueça o forno.

Unte os ramequins com margarina.

Derreta em banho maria o chocolate e a manteiga. Aos poucos junte a farinha de trigo.

Bata bem os ovos com um fouet, até formar uma espuma amarelo claro.

Adicione o açúcar e mexa bem.

Junte a mistura de chocolate com os ovos batidos e coloque nos ramequins. Encha só um pouco mais do que meio.

Deixe cozer por aproximadamente 20 minutos, com o forno a 180ºC.

Sirva morno e se quiser acrescente uma bola de gelado.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Amigos


"Há quatro espécies de amigos que o são sinceramente: o que ajuda, o que permanece igual na prosperidade e no infortúnio, o que dá um bom conselho e o que tem uma simpatia real por nós ."



Autor: Digha-Nikaya

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Doshas


A Medicina Ayurvédica e os Doshas


Existe muito a ser dito a respeito de cada um dos doshas, mas suas funções básicas podem ser definidas ampla e simplesmente: o dosha Vata é o princípio dominante no corpo que controla o movimento; o dosha Pitta controla o metabolismo e a digestão; e o dosha Kapha é responsável pela estrutura física e o equilíbrio dos fluidos.

Cada célula do corpo precisa conter esses três princípios a fim de sustentar a vida. Você precisa ter Vata para o movimento, para respirar, para que o sangue circule, para que os alimentos se desloquem através do aparelho digestivo, e para enviar impulsos nervosos ao cérebro e a partir dele. Precisa ter Pitta a fim de assimilar e processar os alimentos, o ar e a água através dos diversos sistemas do corpo. Tem necessidade de Kapha, ou estrutura, para manter as células juntas e formar os músculos, a gordura, os ossos e o tecido conjuntivo.

Embora a natureza precise dos três princípios para criar e sustentar a vida humana, cada um de nós encerra diferentes proporções dos doshas em nossa constituição básica. Quando digo, por exemplo, que uma pessoa é do "tipo Vata", estou querendo dizer que certas características Vata são dominantes na estrutura dessa pessoa. Os indivíduos do tipo Pitta ou do tipo Kapha terão suas características predominantes particulares.

Ao identificar e compreender seu tipo de corpo, você pode colocar sua alimentação, sua rotina diária e até mesmo seu comportamento casual em perfeita harmonia com sua fisiologia como um todo - e você começa a ter acesso a suas reservas internas de energia. Vamos examinar mais de perto as características dos três tipos de corpo.

VATA
Vata é o princípio governante do corpo. A influência de Vata em um ser humano individual pode ser comparada à ação do vento na natureza. Como o vento, Vata está sempre em movimento e tende a ser rápido, frio, seco, áspero e leve. As pessoas que são tipos Vata também são dominadas por essas qualidades.


Características do tipo Vata:
• Constituição física leve e magra
• Executa rapidamente as atividades
• Fome e digestão irregulares
• Sono leve e interrompido; tendência para a insônia
• Entusiasmo, vivacidade, imaginação
• Excitabilidade, disposição de ânimo variável
• Capta rapidamente novas informações mas também esquece rápido
• Tendência a se preocupar
• Tendência a ter prisão de ventre
• Fica cansado rapidamente, tendência a se esforçar demais
• A energia física e mental se manifesta aos arrancos

É extremamente Vata:
• Sentir fome a qualquer hora do dia ou da noite
• Amar a agitação e as constantes mudanças
• Ir dormir em horas diferentes a cada noite, pular refeições e ter hábitos irregulares de um modo geral
• Digerir bem a comida num dia e mal no outro
• Ter crises emocionais de curta duração e que são logo esquecidas
• Andar depressa

A característica do tipo Vata é a "mutabilidade". As pessoas de Vata são imprevisíveis e muito menos estereotipadas do que as do tipo Pitta ou Kapha. Sua variabilidade - de tamanho, forma, disposição de ânimo e ação - é a característica que o distingue. No caso da pessoa do tipo Vata, a energia física e mental se manifesta aos arrancos. Os indivíduos desse tipo tendem a andar depressa, ter fome a qualquer hora, amar a excitação e a mudança, ir dormir a uma hora diferente a cada noite, pular refeições e digerir bem a comida em um dia e mal no dia seguinte.

PITTA
O dosha Pitta governa a digestão e o metabolismo. Pitta é responsável por todas as transformações bioquímicas que ocorrem no corpo, e está estreitamente envolvido com a produção de hormônios e enzima. O Pitta no corpo é comparado ao princípio do fogo na natureza - ele queima, transforma e digere. Pitta é quente, aguçado e ácido, e as pessoas do tipo Pitta geralmente exibem essas qualidades.


Características do tipo Pitta:
• Constituição física média
• Força e resistência médias
• Fome e sede intensas, digestão forte
• Tendência a ficar zangado e irritado quando estressado
• Pele clara ou rosada, amiúde sardenta
• Aversão ao sol e ao calor
• Caráter empreendedor, aprecia os desafios
• Intelecto aguçado
• Fala precisa e articulada
• Não consegue pular refeições
• Cabelo louro, castanho ou ruivo (ou com nuanças avermelhadas)

É extremamente Pitta:
• Ficar faminto se o jantar atrasar meia hora
• Viver em função do relógio e detestar desperdiçar o tempo
• Acordar à noite sentindo calor e sede
• Assumir o comando de uma situação ou sentir que deveria fazê-lo
• Aprender através da experiência que as outras pessoas às vezes o acham por demais exigente, sarcástico ou crítico
• Ter um andar determinado

A intensidade é a principal característica do tipo Pitta. Cabelo ruivo e uma face rosada indicam uma predominância de Pitta, bem como a ambição, a inteligência aguçada, a franqueza, a ousadia e a tendência a ser argumentador ou ciumento. Mas o lado combativo de Pitta não precisa se expressar de uma forma extravagante ou grosseira. Quando equilibradas, as pessoas Pitta são calorosas, carinhosas e satisfeitas. É extremamente Pitta ter um andar determinado, sentir-se extremamente faminto se a refeição atrasar meia hora, acordar à noite sentindo sede, viver em função do relógio e se ressentir de desperdiçar o tempo.

KAPHA
O dosha Kapha é responsável pela estrutura do corpo. O Ayurveda diz que Kapha está relacionado com os princípios da terra e da água na natureza. O dosha Kapha é tipicamente pesado, estável, firme, frio, oleoso, lento, inerte e macio, e as pessoas do tipo Kapha se caracterizam por essas qualidades materiais.


Características do tipo Kapha:
• Constituição física sólida e poderosa; grande força e resistência físicas
• Energia uniforme; movimentos lentos e graciosos
• Personalidade tranquila e relaxada; custa a ficar zangado
• Pele fria, suave, espessa, pálida e frequentemente oleosa
• Custa a captar novas informações, mas depois que as assimila costuma retê-las bem
• Sono pesado e prolongado
• Tendência para a obesidade
• Digestão lenta, fome moderada
• Afetuoso, tolerante, magnânimo
• Propensão para ser possessivo, satisfeito consigo mesmo

É extremamente Kapha:
• Ficar ruminando as coisas durante um longo tempo antes de tomar uma decisão
• Levantar devagar, ficar na cama um longo tempo e precisar tomar um café logo que acorda
• Ser feliz com o status quo e preservá-lo apaziguando os outros
• Respeitar os sentimentos das outras pessoas (com relação às quais sente uma genuína empatia)• Buscar conforto emocional na comida
• Ter movimentos graciosos, olhos lânguidos e um andar deslizante, mesmo quando gordo

A característica básica do tipo Kapha é "relaxado". O dosha Kapha gera estabilidade e regularidade. Ele fornece a força e a resistência física que definem a estrutura robusta das pessoas típicas do tipo Kapha. Elas são consideradas afortunadas no Ayurveda porque, por via de regra, gozam de excelente saúde e expressam uma visão do mundo serena, feliz e tranquila. É extremamente Kapha ruminar as coisas durante um longo tempo antes de tomar uma decisão, dormir profundamente e levantar devagar, buscar conforto emocional na comida, mostrar-se feliz com o status quo e tranquilizar os outros para preservá-lo.

DESCOBRINDO SEU TIPO DE CORPO

Até aqui nossa intenção foi introduzir os doshas e mostrar como podemos distingui-los uns dos outros. Mas é importante compreender que a maioria das pessoas são "bi-dóshicas". A constituição delas é estruturada em torno de uma combinação de dois tipos de corpo, e, em alguns casos, dos três.

Tipos de Dois Doshas:
Vata-Pitta ou Pitta-Vata
Pitta-Kapha ou Kapha-Pitta
Vata-Kapha ou Kapha-Vata

Se você é um tipo de dois doshas, os traços dos seus dois principais doshas serão predominantes. O mais elevado se manifesta primeiro no seu tipo de corpo, mas ambos são levados em conta.

Pode reler as descrições de Vata, Pitta e Kapha para ver se um ou dois doshas se mostram mais proeminentes na sua estrutura.

http://anahatayoga.tripod.com/materias/doshas.htm

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Controle...


A Vida Está Além do seu Controle

A vida está além do seu controle. Você pode desfrutá-la, mas não pode controlá-la. Você pode vivê-la, mas não pode controlá-la. Você pode dançá-la, mas não pode controlá-la.
Normalmente dizemos que respiramos, e isso não é verdadeiro - a vida respira por nós. Mas continuamos a nos considerar agentes, e isso cria o problema. Quando você fica controlado, excessivamente controlado, não permite que a vida lhe aconteça. Você impõe demasiadas condições, e a vida não pode satisfazer nenhuma.
A vida lhe acontece somente quando você a aceita incondicionalmente e está disposto a dar-lhe as boas-vindas, não importa a forma que ela tome. Mas uma pessoa muito controlada está sempre querendo que a vida chegue até uma certa forma, está sempre pedindo que ela satisfaça certas condições - e a vida não se importa; ela simplesmente não leva em conta pessoas como essa.
Quanto mais cedo você quebrar o confinamento do controle, melhor, porque todo controle é da mente. E você é maior do que a mente. Uma pequena parte está tentando dominar, tentando dar ordens. A vida segue em frente, você é deixado para trás e fica frustrado. A lógica da mente é tal que diz: "Olhe, você não controlou bem e por isso perdeu; controle mais."
A verdade é justamente o oposto: as pessoas perdem muitas coisas devido ao exagerado controle. Seja como um rio selvagem, e muito do que você nem pode sonhar, nem pode imaginar, nem pode esperar, está disponível logo ali, ao seu alcance. Mas abra as mãos; não continue vivendo a vida com mãos fechadas, porque essa é a vida de controle. Viva a vida com as mãos abertas. Todo o céu está disponível; não se contente com menos.

Osho

Habitos de felicidade...








sábado, 9 de janeiro de 2010

Desafio: 29 dias oferecendo

Proponho-vos um desafio... mas que deve ser feito sem esperar nada em troca, seja dos outros, seja do universo... dar não é um negocio...

Adiram ao movimento "Desafio de 29 dias oferecendo"...

Ofereçam algo diariamnete, durante 29 dias... as vossas 29 ofertas, podem ser qualquer coisa, dada a qualquer pessoa... dinheiro, comida, camisola antiga, sorrisos, o vosso tempo, algumas palavras ou pensamentos...

A FEW HELPFUL TIPS:

1. Be mindful. The Challenge is intended to be a sacred ritual—it is your opportunity to cultivate a mindful practice of stepping outside your own story for a few seconds each day by serving others.

2. Don’t quit. If you have a day that you feel unmotivated to give, it’s ok. Just go for the simple give. Call a friend and give some kind words. Write someone a nice note. Or exchange smiles with a stranger. Every give doesn't need to be monumental. You might even notice that the “simple gives” feel more powerful than the grand gestures.

3. Don't worry if you don't do it perfectly. If you forget your give one day, be gentle with yourself. This ritual is about progress, not perfection. Sit down and quietly reflect on your day. Review the entire day mindfully and find the times you unconsciously gave so you can bring it into your consciousness. Don’t forget that there is never a day that you don't give. There are only days that you don't acknowledge and remember you did.

4. Be receptive and have fun. Enjoy your 29 days. And remember to stay open to receiving. Giving can't happen without the receptors of our gifts.

5. Participate. To get the most out of your experience, take part in our discussion forum and document your experience. Writing in your giving blog or posting videos or images regularly on the site will help you keep giving top of mind during your 29 days—and longer if you choose to stick around.

6. Stick Around. When you've completed you first 29 days, our hope is you'll feel so inspired by the changes you see in your thinking and your life, that you'll continue to give mindfully each day. You're welcome to stick around our community as long as you want to. Many givers have been here for multiple 29-day cycles. You're also welcome to join us as a volunteer after you've completed your first 29-day cycle. We always need people who are willing to commit to help welcome new givers, comment on blog posts, spread the word online, help us organize our community events and fund raisers. If you're interested in volunteering, contact Erin, our online community manager at erin@29Gifts.org and tell her a bit about yourself, your skills and why you'd like to be a 29Gifts volunteer.

Sign up now and get started. Give your gifts to the world!

http://www.29gifts.org/

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Mãe desnecessária.


A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.
Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e sempre soou-me estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar voos-solo.
Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria em baixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos.
Uma batalha hercúlea, confesso.
Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autónomos, confiantes e independentes.
Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também.
A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical.
A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.
O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres.
Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.

Marcia Neder

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2010 !!



Relativamente ao Natal... ando a escolher não o celebrar... ou tento fazê-lo da forma mais reduzida que me permitem... porque considero que será um costume que já não tem fundamento e possivelmente irá deixar de existir... pelo menos para mim já não faz sentido essa celebração, até porque já não acredito nem compartilho nenhuma das suas bases... mas enfim, essa é uma escolha minha, não quero influenciar ninguém; cada pessoa faz as escolhas ou ou dispensa aquilo que já não reconhece...

Mas o Ano Novo é motivo de celebração para mim... adoro fazer a celebração da entrada do novo ano... e assim dedico-lhe um post aqui no blog... e com muito prazer!!!

Recebi esta mensagem... achei-a bonita e vou deixa-la aqui:

"Dentro de alguns dias, um Ano Novo vai chegar a esta estação.
Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro.
Procure um lugar próximo á janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.
Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver caminhos que estão por vir.
Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirando a estrada e tons mutantes de paisagem.
Desdobre o mapa e planeie roteiros.
Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida.
E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite:desembarque nela os seus sonhos...
Desejo que a sua viagem pelos dias do próximo ano, seja de



PRIMEIRA CLASSE"



(desconheço o autor, mas agradeço-lhe ihih)



sábado, 26 de dezembro de 2009

Partilha do dia... relaxar!


"A nossa produtividade é directamente proporcional à nossa capacidade de relaxar"

David Allen


Seguindo a teoria deste senhor... agora vou relaxarrrrr muitooooo... para a seguir produzir mais ainda...

Relaxar é bom... fortalece a alma... desprograma os hábitos menos bons... e dá prazer...

É importante fazê-lo sem qualquer peso de consciência, sem sentimento de culpa ou de não merecimento... porque relaxar faz parte das nossas vivências saudáveis... relaxar sem compromissos, sem responsabilidades, sem preceitos de educação... vive-lo como um estado espontâneo e genuíno... primitivo, com a liberdade com que qualquer animal o faz...

Não é necessário ir a nenhum spa para o fazer... é uma escolha interna e um estado de predisposição também interior... e tudo o resto acontece...

Existem dois pontos a observar:

-Existem as pessoas que não produzem nada, são quase amorfas, calonas... e claro que o que elas fazem nada tem a ver com o verdadeiro relaxamento...

-Existem os que não conseguem aceitar o relaxamento... procurem a causa, porque certamente ela existe...
Quando essa entrega e desfrute não é natural, existe uma lacuna na aceitação mental de "boa vida"... com tudo o que isso significa: saúde, dinheiro, liberdade, sucesso, amor, simplicidade, paz, etc... e então, concebem mentalmente ter uma boa vida ou não? :)

O que é natural e verdadeiro em nós, é aceitação desse estado... a entrega a ele, quando é o seu momento e sem nada a interferir nessa expressão de estar...

Eu vou relaxar com prazer... e convido-vos a fazer o mesmo....;)
C