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domingo, 4 de setembro de 2016

sábado, 23 de julho de 2016

Auspicious dreams



Pouco a ver com ter ou não ter, alcançar ou não alcançar...
Tudo a ver com superação, autodescoberta, lindas metamorfoses, , etc...



CCardeira

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sugestão a todos !!

Leitura do dia !

O SENTIDO DO SAGRADO E O RETORNO AO AMOR - Julie Redstone (com cortes do orgiginal)
 
O ponto culminante do processo de retorno para as almas que se desviaram na ilusão, na separação e no pensamento equivocado está ocorrendo agora, devido à maior disponibilidade de cada consciência esclarecida, e, portanto, de maior escolha sobre qual caminho tomar com respeito a qualquer ação. Isto quer dizer que as escolhas que estão sendo feitas hoje, estão sendo feitas com um sentido mais completo de seus resultados. Como resultado, aqueles que as fazem são mais responsáveis para arcar com as conseqüências destas ações, porque as conseqüências se tornaram mais claras.
Embora haja muitos caminhos para o Um, aqueles que enfatizam a união com os outros e a supremacia do amor como o ingrediente principal para criar o corpo universal da totalidade, serão capazes de expandir interiormente a nova vibração que acompanha a presença cada vez maior da luz espiritual na Terra.
Como sempre em circunstâncias de divisão ou desunião, é importante não julgar os outros por onde eles estão em sua própria consciência, mas sim manter dentro de si mesmo um forte compromisso com os princípios da luz e do amor, o que, como uma força coletiva, tem a capacidade de mudar a consciência do interior, ao invés de tentar mudá-la do exterior.
O desafio deste tempo é o de deixar ir os padrões de pensamento e modos de ser que tem sido parte do velho e de aceitar a nova e brilhante identidade que está sendo oferecida a todas as almas, embora não sem a necessidade de dar um passo à frente para ela, com coragem, humildade e inocência. Aqueles que escolherem não se mover nesta direção, terão também um espaço na evolução posterior das almas. Mas a falta de compatibilidade da vibração da separação com a vibração da unidade dentro da totalidade, tornará impossível para as duas energias se misturarem no mundo do futuro, e assim, diferentes caminhos evolutivos serão desenvolvidos para diferentes almas, dependendo de suas necessidades e orientações individuais.
Que todos encontrem dentro de si mesmos o desejo e a habilidade de permitir que o amor se torne a prioridade central, o que acontecerá enquanto o tempo e as circunstâncias avançam.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Axioma da vida


Há uma história muito interessante, chamada “O Tesouro de Bresa”, onde uma pessoa pobre compra um livro que contém o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro. Ao estudar e aprender estes idiomas começa a surgir oportunidades na vida dessa pessoa e ela, lentamente e de forma segura, começa a prosperar.
Porém, ela ainda precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro, e é obrigada a continuar estudando e se desenvolvendo, aumentando assim a sua prosperidade. No final da história, não existe tesouro algum – na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.
O ser humano que quiser ter sucesso e prosperidade na vida precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Observamos com freqüência algumas pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. As piores são as que acham que só precisam dar duro de vez em quando, porque já fizeram muito no passado, podendo agora se acomodar.
Necessário se faz entender que o processo de melhoria não deve acabar nunca.
A acomodação é o maior inimigo do sucesso!!! Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. O que somos acaba sendo muito mais importante do que o que temos.
A pergunta importante não é “quanto vou ter?”, mas sim “no que vou me transformar?” Não é “quanto vou ganhar?”, mas sim “quanto vou aprender?”. Tudo o que temos ou possuímos é fruto direto do que somos hoje. E se não temos o suficiente ou achamos o mundo injusto, talvez esteja na hora de revermos os nossos conceitos.
Determinadas atitudes vêm logo à mente. Alguns profissionais ou estudante passam horas por dia sentados atrás da mesa em suas salas de trabalho ou de estudos, sem nunca ler um livro ou se interessar por outros assuntos diferentes da sua rotina. Estão sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, dos professores, do tempo. Não entendem que podem tirar proveito da vida e se desenvolver mais do que são com simples atitudes e determinação.
Muitos, caso não acordem a tempo, continuarão sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) a vida toda. Mas estarão sempre insatisfeitos com a vida. Ninguém merece ganhar mais só porque reclama ou por inconformismo. É uma lei básica da natureza.
Ou aprendemos cada vez mais para evoluirmos, ou merecemos estar exatamente no lugar em que estamos, recebendo exatamente a mesma coisa.
Produz mais, vale mais? Ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro. É só ver o que acontece com alguns ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos perdem tudo.
Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente com a população, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos. Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é (acrescento: do que o conceito que se tem de si próprio).
Como diz Jim Rohn, no que ele chama do “O grande axioma da vida”:
“Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje”.
Esse deveria ser o foco de toda nossa atenção. Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos.
Melhoremos 1% todos os dias ( o conceito de “kaizen” ), em diversas áreas da nossa vida, sem parar. Continuemos, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente / superficialmente pareça que nada está melhorando. Porque existe ainda um outro axioma: o de não mudar. “Se não mudarmos quem somos, continuaremos tendo o que sempre tivemos”.
“Fazer as coisas certas e não certas coisas.”

(recebido por email)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Hoje apeteceu-me escrever sobre os démodé `s ...


Fora de moda


A tendência natural de tudo é a evolução.
E os costumes sociais não são excepção.
Ao longo de varias épocas, surgem hábitos e preceitos sociais que têm o seu tempo, mas conforme a mentalidade social evolui, esses padrões perdem o seu propósito e perdem-se... e isso é saudável, porque se assim não fosse ainda se acendia o lume com a fricção de pedrinhas...ihihih
Com os comportamentos o mesmo vai sucedendo...
Como em tudo na vida, existem pessoas que acompanham as mudanças em primeira instância e outras que resistem um pouco e só o fazem mais tarde.
O tema de hoje é sobre alguns padões que já não estão de acordo com a época que estamos vivendo e se estão a desvanecer...
Um exemplo é a infidelidade... preceito que fazia com que muitas pessoas se sentissem muito masculinos ou femininos... era visto como um atributo... reprovado, mas idolatrado ao mesmo tempo...
Para aquelas pessoas que ficaram presas a essa experiência, lamento dizer-lhe que já está demodé... actualizem-se meus amigos... infidelidade já era..
Neste momento, o modelo muito macho ou muito conquistadora, saiu de moda e aparece socialmente a visão de considerar que as pessoas com esse tipo de hábitos, são afectados, inseguros, precisam de reajuste... e por aí...
Outro modelo a sair de moda é o acto de fumar.
Se os fumadores o fazem por gosto... por necessidade (vicio), também é perfeitamente aceitável... mas se o fazem como modelo de aceitação social... podem desistir, porque nos dias que correm fumar já não é visto como “ele/a é muito pra frente, é um fixe..” , mas sim como incomodativo, pouco saudável...

Também a exibição de manobras de condução, como patinar os pneus do carro ou fazer travagens sonoras intencionais, ultrapassagens exibicionistas, conduzir sempre com excesso de velocidade e outras da mesma família... são tão pobres, quando vejo só me ocorre a palavra "coitado"... denota pessoas que não sabem viver com qualquer tipo de poder sem o exibirem, logo podem até ter dinheiro no banco, mas energeticamente são pobres mesmo...
Outro padrão que já teve os seus dias é a ostentação de bens materiais, a ausência de simplicidade e naturalidade...
Já la vão os tempos em que se viam as pessoas com muito ouro, grandes cachuchos nos dedos... talvez porque isso lhes dava um estatuto, juntamente com os automóveis, casas, etc.
Nos dias de hoje ainda existem muitas pessoas que estão presas ao estatuto da ostentação e também há muitas que admiram os outros por aquilo que eles ostentam... mas muitas também já olham para a ostentação como “ de muito mau gosto, sem classe, vulgar, até piroso...”
Tal como estes exemplos, há muitos outros que podemos observar.
Há hábitos sociais que se são feitos por gosto, com naturalidade, tudo bem... mas se pretendem a admiração dos outros, lamento dizer que saíram de moda... ihihih

sábado, 24 de julho de 2010

Reflexão do dia


"Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento,...: a frivolidade, numa palavra.
Essa frivolidade, que - não o esqueças - torna os teus planos de cada dia tão vazios ("tão cheios de vazio"), que se não reages a tempo - não amanhã; agora! - fará da tua vida um boneco morto e inútil. "

Josemaría Escriva



«Por que causa a ignorância nos mantém agarrados com tanta força?

Primeiro, porque não a repelimos com suficiente energia nem usamos todas as nossas forças para nos libertarmos dela; depois, porque não confiamos o bastante nas lições dos sábios nem as interiorizamos como devíamos, antes tratamos uma tão magna questão de forma leviana. Como pode alguém, aliás, aprender suficientemente a lutar contra os vícios se apenas dedica a esse estudo o tempo que os vícios lhe deixam livre?…(…) A consequência é que ninguém mostra vontade de corrigir o seu carácter, pois cada um se considera a melhor pessoa deste mundo…»

Séneca, in «Cartas a Lucílio»